21 de set. de 2016

Prefeita Adeliana tenta calar a nossa voz



A prefeita Adeliana entrou com uma representação junto ao TRE para impedir a veiculação da nossa propaganda que denuncia o lamentável estado do Teatro Adolpho Mello, fechado logo após Adeliana e José Natal assumirem a prefeitura no início de 2013. Nesse mesmo período, Mário Marcondes, que também é candidato, fazia parte do governo como secretário de Administração. Adeliana está sentindo o peso de nossa campanha, que é do compromisso com a transparência e a verdade com o povo josefense.



A prefeita, e candidata à reeleição, alega que mentimos quando falamos sobre o abandono do teatro Adolpho Mello. E mais, que mentimos sobre a premiação dada aos vencedores do concurso que escolheu os projetos de revitalização do Centro Histórico. O fato é que a prefeita engavetou ainda lá em 2014 as propostas premiadas com recursos públicos. Depois disso, nada mais foi executado. A matéria sobre o concurso está disponível no site da própria Prefeitura, basta acessar aqui

O juiz eleitoral Rafael Fleck Arnt, rejeitou de maneira extremamente bem fundamentada a tentativa de cerceamento e censura sobre nossa campanha.


A anúncio da revitalização também foi noticiado pela imprensa



Clique aqui e veja a matéria completa no site do jornal Notícias do Dia

Outros portais também repercutiram a notícia:



Adeliana, ao invés de tentar calar nossa opinião, deveria explicar aos eleitores por que deixou o teatro Adolpho Mello chegar à situação em que se encontra: fechado e abandonado há mais de três anos. Este que é o terceiro teatro mais antigo do Brasil.

Neste ano iniciaram a reforma do telhado, ao custo de R$ 242 mil. Mas tem um detalhe: o reparo já deveria ter sido entregue há mais de 60 dias. Até agora nada. A gestão da prefeita Adeliana e seu vice Natal deixou passar três anos para reformar o telhado do Teatro. Se o telhado está com avarias, depois de todo esse tempo imagine o estado deplorável que se encontra a estrutura na parte interna, com infiltrações da água da chuva, mofo e abandono.




Aliás, há muitas coisas que a prefeita precisa explicar. Como o aumento na taxa de recolhimento do lixo anunciado para o ano que vem. Explicar por que não cumpriu o compromisso de construir uma policlínica com especialidades da mulher e a policlínica infantil. E mais, explicar por que transformou em policlínica o que seria uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que receberia pacientes fora do horário comercial e aos finais de semana.

O tempo de mordaça já passou. Por isto conclamamos os apoiadores e simpatizantes da nossa candidatura a levar nossa mensagem e nossos compromissos.

Política de Outro Jeito, é Battisti Prefeito. É 13. Dona Ivone vice.




19 de set. de 2016

Prefeita Adeliana, candidata à reeleição, falta ao primeiro debate entre os candidatos a prefeito de São José

Repercussão negativa da ausência da prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, teve reflexos também para o vice-prefeito, e igualmente candidato, José Natal, visto que ambos representam a atual administração municipal. Antonio Battisti, que já foi vereador por três mandatos e agora disputa o pleito ao executivo de São José, fala sobre esses e outros aspectos que marcaram o debate realizado pelo Jornal Forquilhinhas em parceria com a Univali.


Espaço reservado a atual prefeita e candidata à reeleição, Adeliana Dal Pont,
permaneceu vazio durante o debate. 
Qual sua avaliação sobre o fato da candidata Adeliana não ter comparecido ao debate promovido pelo Jornal Forquilhinhas, no auditório da Univali?
Battisti: Antes de tudo eu queria dizer que o debate realizado no dia 15 de setembro foi esclarecedor em alguns aspectos. Agradeço aos editores do Jornal Forquilhinhas pelo convite. Numa crítica construtiva aos organizadores eu penso que o formato do debate poderia permitir um maior confronto entre as propostas dos candidatos presentes. Mas, repito, ele foi esclarecedor. O comportamento da prefeita e candidata Adeliana, por exemplo, ao decidir não ir ao debate, mostrou que ela está pouco interessada em se submeter ao crivo das discussões que esclareçam os eleitores. Eu entendo o medo dela em ser cobrada pelo que prometeu e não fez em quatro anos à frente da administração municipal.

Poderia possíveis motivos que levaram Adelina a ficar com medo de enfrentar a plateia?
Battisti: Penso que o maior temor dela é ser desmascarada naquilo que de fato ela quer fazer se for reeleita. Na propaganda eleitoral dela é aquela coisa de prometer e prometer mundos e fundos, mas o que ela vai fazer de fato não está na propaganda eleitoral. O que ela está disposta a fazer está nas palavras do Secretário das Finanças, que numa audiência pública na Câmara de Vereadores, para apresentar a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), anunciou um tarifaço na taxa de lixo já para o início de 2017, isso para assegurar um contrato milionário e bastante discutível com a empresa privada que faz a coleta do lixo hoje em São José. Na época do Fernando Elias, o contrato era de R$ 7 milhões e já era considerado caro.  Agora piorou, continua o contrato sendo renovado sem licitação e o custo triplicou. E não para por aí, o “super secretário” Vieirão, também disse que está previsto na lei a possibilidade de demitir servidores públicos temporários e cortar as horas-extras dos funcionários de carreira, o que terá um forte impacto no atendimento à população, por exemplo. Como é que a Adeliana poderá explicar essas questões? vai desmentir seu secretário? vai assumir o tarifaço na taxa do lixo e o corte nos serviços públicos?  Vai deixar para depois das eleições?

E as vaias ao candidato Natal, como você explicaria?
Battisti -  Com a ausência de Adeliana no debate o representante da atual administração municipal que estava presente era o candidato Natal, do PMDB, que é vice-prefeito e participou plenamente da gestão como Secretário de Infraestrutura até bem pouco tempo. Mesmo brigando contra os fatos, ele tentou dizer que não tinha nada a ver com a atual administração municipal. Como o povo não é bobo, ele tomou uma grande vaia. Eu percebi que ele estava irritado, se indispondo com a plateia. Natal é o tipo de candidato que sabe mostrar bandeiraço na rua com gente paga, mas na hora de olhar no olho das pessoas não tem o que dizer. Um exemplo: como explicar que a saúde está um caos, que a UPA de Forquilhinha não saiu e foi transformada em uma policlínica e por aí afora?

Então, você quer dizer que o anúncio do Secretário Vieirão, sobre aumento na tarifa de recolhimento do lixo, tinha o conhecimento de José Natal, na condição de vice-prefeito de São José?
Battisti: Vamos aos fatos. O interessante é que perguntado sobre o tarifaço na taxa do lixo, o candidato Natal procurou tirar o corpo fora como se isso não fosse com ele. No entanto, não conseguiu convencer ninguém de que sendo ele até ontem secretário municipal de Infraestrutura, e sua Secretaria a responsável pela questão do lixo, é mais do que evidente que passou por ele e pela prefeita Adeliana a ideia do aumento da tarifa em 2017. Tem ligação direta com o contrato do lixo com dispensa de licitação, que é controlado e pago com o orçamento da própria secretaria onde foi titular por mais de três anos.  O próprio candidato Natal cometeu o ato falho de anunciar que no ano que vem a tarifa do lixo não vai sair no carnê do IPTU. E vai para onde, pergunto eu? É claro que passadas as eleições, se vitoriosos, o que não acredito, o povo vai ver o custo salgado no bolso. Isso é o sinal de que ele e a candidata Adeliana têm acordo sobre o tarifaço e vão procurar enganar os contribuintes separando as contas, e quem sabe até os meses de cobrança. É bom que o povo pense: onde tem fumaça tem fogo. 

Qual seria a avaliação sobre a sua participação candidato?
Battisti -  Fiquei satisfeito, sim. Considero, com toda a humildade, que apresentar e me posicionar sobre questões importantes. Até porque não dá para falar tudo no espaço de um minuto e meio. Tem coisas importantes que ficaram de fora, e por isso vamos intensificar nossa campanha para esclarecer nossos compromissos com as aspirações populares. Eu e Dona Ivone, minha candidata a vice, e eu fiz questão de frisar o papel dela em nossa campanha durante o debate, mostramos que temos lado, e que não é o lado daqueles que até hoje se acharam os donos da cidade e usaram a prefeitura como um consórcio entre amigos. Deixamos claro que somos contra o tarifaço na taxa de recolhimento do lixo e isso não é demagogia de candidato pois já enfrentamos e derrotamos, junto com os josefenses, o tarifaço do Fernando Elias. Esclarecemos que temos lado no que diz respeito aos serviços públicos essenciais à população. Não bastasse a minha atuação como vereador nesse sentido, tenho ainda como companheira de chapa, a Dona Ivone, incansável lutadora pela saúde pública em nosso município. 

E o que você nos diz sobre a plateia ter gritado o Fora Temer?
Battisti - Esse é um grito que está por toda a parte. Só não vê quem não quer. A grande maioria do povo brasileiro não aceita a usurpação que Michel Temer e uma turma de congressistas fizeram da soberania popular do voto. Não dá pra aceitar o golpe, ainda mais se ele vem acompanhado do anúncio de privatizações, corte de gastos sociais e retirada de direitos trabalhistas e previdenciários. Eu me senti muito a vontade com os gritos de “Fora Temer da plateia”. Sou um candidato pelo Fora Temer e contra a política de regressão social desse presidente ilegítimo. Quem não gostou de ouvir o que a plateia pensa de Temer foi o candidato Marcondes, do PSDB, e o Natal, que é do PMDB de Temer. Aliás, o Natal tem como apoiador o Dário Berger, que votou como Senador a cassação de Dilma e botou o Temer na presidência. A Adeliana também é do PSD, que está nesse time do Temer. É por isso que tenho dito por aí: como é que esses três candidatos propõem uma cidade de São José melhor para seus moradores se apoiam a política de Temer de atacar os direitos, aumentando o desemprego, reduzindo os serviços públicos e os salários?



16 de set. de 2016

Entra prefeito, sai prefeito, entra prefeita e todos negam sede para a USJ

Candidato a prefeito de São José, Antonio Battisti (PT/13), critica o desvio de finalidade do prédio onde atualmente funciona a sede da prefeitura. A estrutura foi construída com recursos do FUNDEB e deveria abrigar a sede da Universidade Municipal de São José (USJ). Além disso, aponta Battisti, nada foi feito para apurar o que ele chama de “caixa preta” sobre a falta de um espaço adequado para o funcionamento da Instituição.



Candidato, poderia falar a respeito da situação que se encontra a Universidade Municipal de São José (USJ)?
Placa indicava a construção da sede da USJ. Finalidade
do prédio foi desviada e construção passou
a ser usada como a sede da
prefeitura de São José.
Battisti: Há alguns dias, já como candidato a prefeito, conversei com o reitor da USJ. Trocamos várias informações e opiniões a respeito do debate em torno da Universidade. Aproveito para agradecer a gentileza por ele ter me recebido. Se eleito prefeito darei uma atenção muito especial à Educação, o que inclui cuidar bem de nossa Universidade Municipal. O primeiro e importante fato que tenho a constatar é que, depois da luta que travei como vereador, junto com os alunos e professores da instituição, ninguém mais ousou colocar em questão o fechamento da USJ. Todos que estão na prefeitura, na Câmara de Vereadores, todos eles sabem do carinho e do apoio que os josefenses têm por sua instituição de ensino superior pública. Mas há coisas ainda por fazer para melhorar a situação de ensino na universidade, e todo cuidado é pouco quando vemos o governo federal do presidente ilegítimo Michel Temer anunciar cortes de verbas e ações de desincentivo ao ensino superior público em nosso país. Quantos dos candidatos a prefeito em São José estão ligados a Temer e seu projeto de regressão nos gastos sociais com Educação? Natal, Adeliana e Marcondes fazem parte desse grupo em torno de Temer, então, quem garante que não vão fazer uma administração que encare a USJ como gasto social desnecessário? Se olharmos pelas atitudes de Temer em relação à educação universitária pública do país há muito sentido em ter receio que seus aliados locais passem a agir do mesmo modo em relação à nossa Universidade Municipal.    

Os problemas da USJ estão resolvidos?
Battisti: Longe disso. A USJ convive hoje com um grande problema que é a falta de uma sede própria para funcionar adequadamente. Por exemplo, as salas de aula da USJ estão improvisadas no Colégio Melão enquanto sua administração funciona em salas alugadas fora do Colégio. É uma coisa meio que desconjuntada, que atrapalha. Quero lembrar que apoiei, enquanto vereador, as iniciativas de vários professores da USJ e de estudantes que apresentaram representações junto ao Ministério Público Federal e MEC, denunciando o desvio de finalidade dos recursos do FUNDEB. Uma verba de R$ 16 milhões que foi utilizada para a construção da sede do Colégio Estadual de Aplicação e da USJ, mas, cujo prédio foi usado indevidamente pelo prefeito Djalma Berger. No Patrimônio da União, acompanhei a reunião onde foi cobrada a falta de autorização para instalação da prefeitura no prédio destinado à USJ e ao Colégio Municipal de Aplicação, com solicitação de embargo da invasão irregular do prefeito. Votei contra o projeto de lei que autorizou a venda da sede da prefeitura, construída há apenas 12 anos, e a usurpação por parte do prefeito de um espaço que era destinado à educação pública.

Qual sua opinião em relação ao local onde a USJ deve funcionar?
Battisti: Uma coisa é mais que certa: a USJ precisa de um espaço próprio para funcionar, ter uma biblioteca condizente, uma administração integrada fisicamente ao campus. Sobre onde deve ser esse espaço é o caso de abrir uma discussão com a própria comunidade acadêmica a respeito da localização mais conveniente. Não sei se seria possível desalojar hoje a sede da prefeitura para instalar a USJ, mas de algo tenho certeza: seria preciso uma boa auditoria para apurar exatamente onde foi parar o dinheiro da venda do prédio da prefeitura e saber se não foi gasto em coisas sem sentido pela administração autoritária de Djalma Berger. O interessante é que a Adeliana assumiu e essa “caixa preta” continua intocada. 

E o Colégio de Aplicação?
Battisti: Pois é, o fato é que já teve o repasse do dinheiro do FUNDEB para a construção do prédio do Colégio de Aplicação, ligado à USJ, mas o prefeito na época simplesmente se apropriou da estrutura física e o município ficou sem o Colégio e sem lugar para sua universidade. E hoje nós vemos a prefeita Adeliana, que nada fez para apurar o fato do dinheiro do FUNDEB ter sido desviado de finalidade, falando em comprometimento com a USJ. Pior, vemos o candidato Natal, apoiado pelos irmãos Berger, querendo esconder o fato que foi na gestão de Djalma Berger que o prédio destinado ao Colégio de Aplicação e à USJ foi tomado indevidamente pela prefeitura para que fosse viabilizada a venda da sede administrativa municipal. Num eventual mandato de prefeito vou retomar essa questão com a comunidade josefense e abrir um debate sobre a forma de implantar o Colégio de Aplicação da USJ. 



Antônio Battisti tem um histórico de defesa da Universidade Municipal de São José (USJ).
Já apoiou iniciativas de vários professores da Instituição e também de estudantes que apresentaram representações junto ao Ministério Público Federal e ao MEC, denunciando o desvio de finalidade dos recursos do FUNDEB na ordem de R$ 16 milhões, que foram utilizados para a construção da sede do Colégio Estadual de Aplicação e da USJ. No Patrimônio da União, acompanhou a reunião onde foi cobrada a falta de autorização para instalação da prefeitura no prédio destinado à USJ e ao Colégio Municipal de Aplicação, com solicitação de embargo da invasão irregular do então prefeito. Votou contra o projeto de lei que autorizou a venda da sede da prefeitura construída, na época, há apenas 12 anos.

Manifestações anteriores de Battisti sobre a USJ podem ser conferidas clicando aqui.